sexta-feira, 16 de agosto de 2019
ANITTA: UM RAIO-X
domingo, 26 de agosto de 2018
GLOSSÁRIO DE DIVERSIDADE SEXUAL
Segue um glossário sobre diversidade sexual LGBTQIAP+ didático e pedagógico.
Glossário de diversidade sexual
Abraços!
Van.
quarta-feira, 17 de maio de 2017
DIA DE COMBATE À LGBTFOBIA
sexta-feira, 12 de maio de 2017
AS NOVAS TECNOLOGIAS ATRAPALHAM A VIDA OFFLINE?
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017
O QUE É APROPRIAÇÃO CULTURAL?
O que é apropriação cultural? É quando um símbolo ou prática de determinada etnia que sofre preconceito dentro de uma sociedade (preconceito voltado inclusive para estes mesmos símbolos e práticas) é visto como moda e valorizado quando passa a ser usado/praticado por pessoas de etnias valorizadas dentro dessa mesma sociedade.
Uma argumentação contra a apropriação cultural é a seguinte: Quando alguém de uma etnia valorizada se apropria de um símbolo/prática de uma etnia que sofre preconceito, está enfraquecendo politicamente essa minoria ao receber os créditos por esse símbolo/prática, como se lhe fosse próprio. Assim, a minoria continua desvalorizada, a despeito dos usos de sua cultura.
Uma argumentação a favor é que o mundo historicamente é feito de intercâmbios culturais, e que é um direito de cada um manifestar-se culturalmente da maneira que bem entender.
Eu, pessoalmente, entendo os argumentos contrários e a favor. Eu, pessoalmente, prefiro atender aos apontamentos de que não devo me apropriar de algo de uma etnia desvalorizada (por mais que eu não seja caucasiano, e sim pardo, socialmente, no contexto brasileiro, na maior parte dos círculos que frequento, sou visto como branco, e recebo os privilégios disso).
Por quê? Porque quando alguém diz que o que eu faço ofende alguém que já é ofendido diariamente, eu prefiro não fazer mais uma coisas que vai ofender. É meu direito fazer? É. Mas muitas vezes a gente pode abrir mão de um direito em favor de alguém.
Isso não quer dizer, em hipótese alguma, que radicalismos são legais. Ninguém tem o direito de sair metendo a mão na cabeça de ninguém, por exemplo. Nem considero bacana ser grosso, agressivo, a não ser em casos em que isso seja muito necessário. Eu acho legal é ser didático, explicar, e também se esforçar pra entender quem nunca é ouvido.
No caso do momento, por exemplo, imagina que doido seria:
- Moça, não é legal você usar turbante, porque é algo típico da cultura negra, que é desvalorizado, mas é visto como bonito quando uma mulher branca usa, e isso não é bacana pra gente.
- Entendi, moça, mas é que eu estou lutando contra o câncer, e nesse momento usar o turbante tem sido algo muito importante pra minha autoestima.
- Hum, entendi.
sábado, 4 de fevereiro de 2017
DÓRIA E O GRAFITE
Não sou especialista na questão do grafite. Mas o acontecimento Dória nos motiva à reflexão, então eis algumas das minhas impressões sobre o tema:
- Grafite e pixo não são a mesma coisa. Um critério comum para separá-los é se são bonitos ou feios. Mas essa é uma questão de gosto (gosto coletivo principalmente, não apenas individual). Só que, a meu ver, a lógica do pixo e a do grafite os diferencia. O pixo envolve muitas questões para além de se propor ou não arte, e essa talvez nem seja uma questão chave em relação a ele. O pixo, em geral, tem a característica de envolver em seu cerne disputas simbólicas por território entre grupos de periferias urbanas. O grafite, por outro lado, se propõe arte de uma maneira mais central, essa é uma finalidade em si dele (não a única, é preciso lembrar). Existem zonas cinzas (rs), como por exemplo as poesias e reflexões gravadas nos muros com spray. Essas talvez se proponham frequentemente como intervenções propriamente políticas em primeiro plano (no sentido de militância mesmo).
- Ficando a reflexão apenas no grafite, que se propõe arte de uma maneira mais central: é possível dizer que o grafite é "errado" apenas se pensarmos que não é legítimo que aqueles que se consideram "artistas urbanos" pintem espaços que não lhes pertencem sem permissão. Nesse caso, é importante pensar, em primeiro lugar, se os espaços que eles utilizam são públicos ou privados. Muros costumam ser considerados espaços privados quando o que está do lado de dentro deles é privado, apesar de eles estarem voltados para o lado de fora, ou seja, para o espaço público. Já quando não há espaço privado do lado de dentro, aí, então, eles seriam públicos. Eu pessoalmente discordo da ideia de que há muros privados, pois penso que o que está para o lado do espaço público, deve ser pensado como público. Mas, ok, vamos nos restringir apenas aos muros sobre os quais há consenso que são públicos.
- Há um tipo de raciocínio de que se um espaço é público, só o Estado pode mexer nele. Esse, em geral, não é o raciocínio de quem defende o grafite. O outro raciocínio possível é o de que algo público é para ser vivo, para ser usado, entre outras coisas, para a arte.
Acredito que o que está em jogo, São Paulo sendo um caso paradigmático, especialmente na contraposição Haddad/Dória, é o tipo de cidade que queremos construir: uma cidade funcionalista, racionalista, marcada pela busca da eficiência mecânica, ou uma cidade viva, um espaço de sociabilidade, de pluralidade cultural. Eu entendo os dois lados. Fico com o último.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
A INÊS E O BRASIL
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| Imagem: Fofoca de Reality |
terça-feira, 17 de novembro de 2015
JOUT JOUT, XUXA E RIO DOCE
sábado, 14 de novembro de 2015
SOBRE O PODER DE AFETAÇÃO DO ACONTECIMENTO
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| Fonte: Ocorrências |
O acontecimento cria o seu público, porque ele acontece PARA alguém. Para que um acontecimento afete alguém que não esteve envolvido nele de forma imediata, ele, obviamente, tem que ser mediado. Se foi algo que aconteceu no seu bairro, por exemplo, a mediação pode ser um relato dos seus vizinhos. Mas se foi algo que aconteceu mais longe, tradicionalmente a mediação vem (quando vem) pela grande mídia (jornais, tv, etc), e mais recentemente também pelas redes sociais. Se essa mediação não acontece, então o acontecimento não acontece para a gente (ou se a mediação deixa de acontecer, então ele deixa de acontecer para a gente). Mas se a mediação ocorre de uma maneira intensa, o acontecimento tem uma forte possibilidade de acontecer para a gente. Isso não quer dizer que ele vai de fato acontecer. Depende se ele vai nos afetar ou não. E o que faz com que ele nos afete ou não? Ele mexer com a gente. Com os nossos medos, com os nossos desejos.
Edit (16/11): Como bem lembrado pela professora Vera França, a questão vai muito além dos critérios de noticiabilidade. Ela só se entrelaça com ele a partir das relações de poder.
quinta-feira, 1 de outubro de 2015
DEZ ESTEREÓTIPOS A RESPEITO DE HOMENS GAYS
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| Fonte: Espaço Imoral |
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| Fonte: Aos Cubos |
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| Fonte: Filmes GLS News |
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| Fonte: The Sun via Beleza Sem Tamanho |
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| Fonte: Tudo Se Comenta |
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| Fonte: Jornal Ação Ten |
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| Fonte: Sempre existe um lugar onde você pode ser você. |
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| Fonte: meionorte.com |
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| Fonte: 72DPI |
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| Fonte: Clube Metrópole |
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| Fonte: Missionários da Luz |
















