quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Os pokémon de Ash ao longo das temporadas do anime

Resolvi assumir as férias e começar a fazer coisas retardadas e relaxantes, porém ainda nerds, como sempre, rs.

No meu primeiro post nesta fase, resolvi fazer algo bastante retardado: um review dos pokémon do Ash através das temporadas do anime de Pokémon.

Então vamos lá:

PRIMEIRA GERAÇÃO: KANTO

Essa foi a região em que Ash começou sua jornada e de onde ele é natural (cidade de Pallet). Nessa região, viajaram, com Ash, Misty e Brock.


PIKACHU foi o primeiro pokémon de Ash, dado a ele pelo Professor Carvalho. O protagonista deveria escolher entre um Bulbasaur, um Charmander ou um Squirtle, mas como chegou atrasado na distribuição, só lhe sobrou o rato elétrico. Pikachu não gostava de Ash no começo, mas depois que o menino tentou salvar o pokémon de um ataque de Spearows selvagens, eles se tornaram melhores amigos. Pikachu já poderia ter evoluído com o uso de uma Pedra do Trovão dada a Ash pela enfermeira Joy da cidade de Vermilion, mas ele preferiu continuar em sua fase intermediária. Uma das peculiaridades de Pikachu é que ele não fica na sua pokébola. Ele é o único pokémon que acompanha Ash ininterruptamente até hoje.

BUTTERFREE foi capturado por Ash quando ainda era um Caterpie. Rapidamente ele evoluiu para Metapod e depois para o estágio final. Ele foi libertado por Ash quando se apaixonou por uma butterfree shiny selvagem.


PIDGEOT foi capturado por Ash em sua fase anterior, ou seja, como Pidgeotto. Ele foi libertado pelo treinador assim que evoluiu, pois desejava ficar com um grupo de Pidgeys selvagens, afim de protegê-los contra um grupo de Spearows rivais, que eram comandados por um Fearow que Ash havia tentado capturar enquanto ainda era um Spearow.

BULBASAUR era o guardião de uma instituição que cuidava de pokémon abandonados. Ele não confiava em nenhum treinador, até conhecer Ash. Ele já poderia ter evoluído, num ritual em que os Bulbasaurs se reúnem num jardim secreto com essa finalidade. Mas ele preferiu continuar no atual estágio. Atualmente, ele vive no laboratório do Professor Carvalho, onde lidera os outros pokémon de Ash.


SQUIRTLE fazia parte de um "esquadrão" de squirtles bagunceiros, quando ele decidiu seguir com Ash. Atualmente, ele lidera novamente o Esquadrão Squirtle, na cidade de Vermilion. mas ainda pertence ao treinador. Agora o Esquadrão Squirtle funciona como os bombeiros da cidade. Ele usa sunglasses quando está no Esquadrão.

CHARIZARD é um dos pokémon mais queridos pelos fãs do anime. Ele decidiu se juntar a Ash quando ainda era um Charmander, depois de ser abandonado por seu antigo treinador. Ao evoluir para Charmeleon deixou de obedecer Ash, adotando uma atitude arrogante e encrenqueira, o que continuou ao evoluir para Charizard. Só depois de muito tempo ele passou a reconhecer a força e a capacidade de Ash e tornou-se novamente leal a ele. Atualmente, Charizard está no Vale Charicific, sendo treinado por Liza, junto de outros Charizards, mas ainda continua sendo de Ash.


PRIMEAPE é outro pokémon que não obedecia Ash até reconhecer sua força. Atualmente, está sendo treinado por um especialista em competições de pokémon lutadores chamado Anthony, mas ainda pertence ao protagonista.

KINGLER foi capturado quando era um Krabby. Foi o primeiro pokémon que Ash enviou para o laboratório do Professor Carvalho, por ter excedido o limite de seis pokémon. Ele evoluiu para Kingler durante a Liga Pokémon de Kanto. Hoje ele continua no laboratório.


MUK é um pokémon bastante afetuoso, que desde que foi capturado vive no laboratório do Professor Carvalho.

TAUROS, no plural, porque Ash tem trinta deles! Todos foram capturados na Zona do Safári de Kanto e ficam no laboratório do Carvalho. Não era intenção de Ash capturar tantos, mas a cada vez que ele tentava capturar um pokémon diferente, ele acidentalmente capturava um novo Tauros.


HAUNTER é um dos pokémon que Ash nunca chegou a capturar oficialmente, ou seja, com uma pokébola. Entretanto, ele foi treinado pelo garoto por um pequeno espaço de tempo até ser dado para a líder de ginásio de Saffron, Sabrina.

RATICATE é um dos pokémon de Ash menos notáveis, pois o treinador o teve por apenas poucos instantes. Ele havia sido trocado por Butterfree, mas Ash se arrependeu logo depois e o destrocou.


PRIMEIRA GERAÇÃO: ARQUIPÉLAGO LARANJA

Ash foi para o Arquipélago Laranja, competir na Liga Laranja, depois de participar da Liga de Kanto. Nesse período, o acompanharam Misty e Tracey.


LAPRAS foi um pokémon filhote perdido que Ash resolveu levar consigo para ajudá-lo a encontrar seu bando. Quando isso aconteceu, ele foi libertado.

SNORLAX é o pokémon mais preguiçoso e comelão de Ash. Atualmente, ele vive no laboratório do Professor Carvalho.


SEGUNDA GERAÇÃO: JOHTO

O segundo continente que Ash percorreu foi Johto, que fica no mesmo bloco continental que Kanto. Nessa jornada, Misty continuou o acompanhando e Brock voltou a viajar com ele.


HERACROSS é o primeiro pokémon que Ash capturou em Johto. Ele foi quem resolveu acompanhar o treinador após conhecê-lo. Atualmente vive no laboratório do Professor Carvalho, onde gosta de sugar o néctar do bulbo de Bulbasaur.

BAYLEEF é um dos pokémon que mais venera Ash. Ela foi capturada enquanto Chikorita, evoluindo posteriormente. Agora vive no laboratório do Professor Carvalho.


QUILAVA só foi evoluir durante a Liga de Sinnoh. Ele foi capturado quando ainda era um Cyndaquil. Mora agora com os outros pokémon de Ash que são cuidados pelo Professor Carvalho.

TOTODILE foi disputado por Ash e Misty, sendo capturado pelo primeiro. Vive atualmente no laboratório do Carvalho.


NOCTOWL é o único pokémon shiny capturado por Ash. Vive hoje no laboratório do Carvalho.

DONPHAN foi criado por Ash desde que era apenas um ovo que ele ganhou. Do ovo nasceu Phanpy, que foi deixado no laboratório do Carvalho quando Ash foi para Hoenn. Depois que ele voltou para Kanto, no entanto, tornou a treiná-lo, e ele evoluiu para Donphan. Agora ele fica com o professor Carvalho, em seu laboratório.


LARVITAR foi, como Haunter, um pokémon não oficial de Ash. O treinador recebeu um ovo para ser entregue ao Professor Elm, mas ele eclodiu antes disso. Larvitar seguiu, então, sendo criado por Ash até que encontrou sua mãe, sendo deixado por ele com ela.

BEEDRILL é, como Raticate, um dos pokémon mais irrelevantes de Ash. Ganhado numa competição de caçar insetos, ele foi dado em seguida para Casey.



TERCEIRA GERAÇÃO: HOENN

Quando partiu para Hoenn, Ash só levou Pikachu consigo. Acompanharam-no, nessa fase, Brock, May e Max.


SWELLOW foi o primeiro pokémon de Ash em Hoenn. Foi capturado quando era um Taillow. Atualmente fica no laboratório do Professor Carvalho.

SCEPTILE foi capturado quando ainda era um Treecko, tendo evoluído posteriormente para Grovyle e depois para o estágio final. Agora mora no laboratório do Carvalho.


CORPHISH agora vive também no laboratório do Professor Carvalho.

TORKOAL é, talvez, o pokémon mais sentimental de Ash. Ele aceitou o convite de Ash para acompanhá-lo, após ser resgatado de ataques de pokémon selvagens. Agora mora também com os outros pokémon cuidados por Carvalho.


GLALIE foi capturado quando ainda era um Snorunt. Hoje vive no laboratório do Carvalho.


TERCEIRA GERAÇÃO: KANTO

Depois de concorrer na Liga de Hoenn, Ash voltou para Kanto, acompanhado de Max, May e Brock, para participar da Batalha da Fronteira.


AIPOM só foi capturada por Ash depois de ficar um bom tempo o perseguindo e roubando o seu boné. Posteriormente ela foi trocada por Buizel, com Dawn.


QUARTA GERAÇÃO: SINNOH

Para esse continente, Ash levou apenas Pikachu e Aipom. Acompanharam-no Dawn e Brock.


STARAPTOR foi capturado quando ainda era um Starly, evoluindo depois para Staravia e para a fase final. Hoje habita o laboratório do Professor Carvalho.

TORTERRA foi capturado quando Turtwig, tendo, obviamente, passado pelo estágio de Grotle.


INFERNAPE é um dos pokémon de Ash com uma das histórias mais tocantes. Quando ainda era um Chimchar, ele pertencia a Paul, que o maltratava para que ele desenvolvesse sua habilidade Blaze. Após ser abandonado por ele, Ash o convidou para se juntar ao seu time. Depois disso, ele evoluiu para Monferno enquanto Ash o usava numa batalha contra Paul. Quando já havia se tornado um Infernape, ele foi usado por Ash contra Paul na Liga de Sinnoh, sendo o responsável pela vitória de seu treinador. Hoje habita o laboratório do Carvalho.

BUIZEL pertencia inicialmente a Down, mas foi trocado com Ash por Aipom. Hoje ele habita junto com os outros pokémon cuidados por Carvalho.


GLISCOR decidiu seguir Ash quando ainda era um Gligar. Durante um tempo, ele foi deixado por Ash com McCann, um treinador que domina mais que ele as técnicas de treinamento de pokémon voadores. Agora não é certo se ele está no laboratório do Carvalho ou se retornou para o treinamento com McCain.

GIBLE é um dos pokémon mais hilários de Ash. Foi ele quem decidiu segui-lo. Quando estava aprendendo a usar Draco Meteor, sempre acertava sem querer a cabeça do Piplup da Dawn. Agora está no laboratório do Professor Carvalho.


QUINTA GERAÇÃO: UNOVA

Em Unova, Cilan e Iris acompanham Ash. O único pokémon que o treinador levou para o continente e carrega consigo permanentemente desde então é Pikachu. Os demais pokémon capturados em Unova ficam sendo revesados pelo treinador. Quando não estão com ele, permanecem no laboratório da Professora Juniper.


UNFEZANT foi, seguindo a tradição dos pokémon voador/normal de cada geração, o primeiro pokémon capturado por Ash em Unova, quando ainda era uma Pidove. Passou, obviamente, pela fase de Tranquill.

OSHAWOTT decidiu seguir Ash. Ele não era selvagem, mas um dos pokémon que estavam no laboratório da Professora Juniper para serem distribuídos para os novos treinadores. É um dos pokémon mais divertidos de Ash.


PIGNITE recusou-se a ser capturado por Iris e quis seguir com Ash quando era um Tepig. Ele havia sido abandonado por seu treinador anterior.

SNIVY é arrogante como Charizard e Primeape, mas diferente deles nunca deixou de obedecer Ash, desde que foi capturada.


SCRAGGY está com Ash desde que era um ovo, que ele ganhou.

LEAVANNY resolveu seguir Ash quando era um Sewaddle, passando também pelo estágio de Swadloon.


PALPITOAD foi capturado por Ash, enquanto seu amigo Stunfisk foi capturado por Cilan.

BOLDORE foi capturado quando era um Roggenrola.


KROOKODILE persegue Ash desde que era um Sandile. Ele, no entanto, só foi capturado após evoluir para Krokorok. Ele usa sunglasses.

sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

Contrato de relação completa

Eu proponho um modelo de relação em que nós dois teríamos acesso livre aos nossos corpos e a nossas mentes. Poderíamos tocar o corpo do outro com qualquer parte do nosso próprio corpo, desde que o outro aceitasse esse toque. Poderíamos perguntar qualquer coisa que quiséssemos saber e falar qualquer coisa que viesse à nossa mente. Não haveria necessidade de certeza sobre o que estivéssemos falando, pois seriam ideias que ainda estariam sendo processadas por nossos pensamentos, um junto com o outro. Por outro lado, não haveria necessidade de falar nada que não saísse naturalmente.

Eu proponho um modelo de relação em que não teríamos nenhuma obrigação um com o outro, a não ser buscar agradá-lo e cativar a confiança dele. Cada um de nós seria livre para sair pela porta quando quisesse, para se envolver em qualquer tipo de relação com outras pessoas e para cometer os erros que nos dessem na telha. Da outra pessoa, não partiriam cobranças, mas compreensão e apoio. E não haveria insegurança ou ciúmes, porque se saberia que a relação só valeria a pena enquanto o outro voltasse por conta própria.

Eu proponho um modelo de relação em que cada um de nós ofereceria ao outro o corpo e a alma que tem. Nessa relação, não haveria motivos para sermos homem ou mulher, penetrante ou penetrado, heterossexual ou homossexual. Eis os nossos corpos e nossas almas: com suas peculiaridades e potencialidades, sejam elas quais forem. O que nos atrairia seria o desejo inexplicável, inteligível e impalpável de estar junto, de corpo e de alma.

Eu proponho um modelo de relação em que não haveria roteiros, nem protocolos, nem prazos, nem metas, nem culpas... Se não estamos com vontade de fazer, não façamos. Se desse jeito não está bom, tentemos de outro. Se não está dando certo de jeito nenhum, então não tentemos mais: é porque a relação completa não chegou a existir, mas a tentativa certamente valeu a pena.

Eu proponho um modelo de relação em que cada um se chamaria de comparsa. Porque é isso que cada um de nós seria para o outro: um cúmplice, um amigo, um irmão. Nos sentidos mais profundos e puros das palavras, despidos de toda convenção social existente e criando novas. Reinventando o mundo e suas instituições deficientes e impotentes.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Homem agradecendo o Ti-ti-ti


Acabo de defender minha pesquisa Homens causando o maior Ti-ti-ti: telenovela e masculinidade. Você pode baixá-la clicando no link em azul. Abaixo, os meus agradecimentos.

Muito obrigado, Vera e Paula. Este trabalho é de vocês tanto quanto é meu. Muito obrigado pelo afeto, pelo carinho, pelo incentivo, pelo reconhecimento, pelas correções e pelos ensinamentos. Muito obrigado ao CNPq, à UFMG, à Fump e ao Gris pela graduação, o intercâmbio, a iniciação científica. Muito obrigado à minha mãe, Vanei, pela vida, pelo apoio, pelo amor. Muito obrigado a Deus (o Universo) por eu existir e poder fazer as coisas que faço, como respirar, comer, cantar, dançar, sonhar (dormindo e acordado), amar, gozar, chorar, sorrir, assistir novela, ler e escrever esta monografia.

Muito obrigado aos meus mestres, colegas, amigos e familiares. À Professora Rousiley Maia e ao Eme, pela minha primeira iniciação científica, muito rica e marcante. À Professora Patrícia Azevedo, por complementar com arte meu percurso acadêmico. Aos mestres que marcaram minha trajetória: Flávio, Maurício, Luciana, Elton, Paulo, Delfim, André Brasil, Bruno Martins, Ângela, Mirian, Bia, Bruno Leal, Carlos Alberto, Carlos Magno, Fabrino, Lígia, Terezinha, Nísio, Simeone, Cláudia, Laura, Grazi, Fábio, Elias, Edna, Jamil, Juliana, Marta, João Freire Filho, Sandra Azerêdo, Marco Aurélio, Pedro Coutinho, Carla, Heron, Bruna, Maria José, Alice, Marina França, Aba. Aos mestres de ontem: France, Marília, Dalva, Washington, Terezinha, Mauro, Gleyce, Oneize, Amelinha, Rosália, Fátima, Déa, Dôra, Mario Celso, Vicente, Vivas, Márcia, Adelson.

Aos colegas que dividiram comigo tantos momentos: Mari Mendonça, Luiza, Dani, 02, Cla, Cau, Li, Racquel, Japa, Nina, Bárbara Altivo, Thai, Cata, Gáudio, Barbs, Marina Andalécio, Marina Santos, Pri, Nanda, Leandro, Gilvan Araújo, Carlos Jáuregui, Vanessa Veiga, Vanessa Costa, Lili, Danny, Danila, Carol, Outra Carol, Carolzinha, Marcela, Cirlene, Diógenes, Denise, Camila Vieira, Tiago, Maitê, Cecília, Fabíola, Olívia, Bruna, Andreza, Bárbara França, Samuca, Mônica, Gabi Sá, Cláudio, Grigoris, Elisa, Josi, Frances, Fabrício, Roberto Reis, Roberto Almeida, Léo Gomes, Léo Amaral, Diogo França, Camila Rodrigues, Maíra, Fran, Diogo Soares, Rafa, Carlos Farias, Helô, Ana Ju, Mari Rodriguez, Clay, Rico, Magno, Victor, Gilvan Ferreira, Laiane, Silas, Ângelo, Wesley, Léo Vale, Lucas, Cris, Francisco, Mourão, Anderson, Enderson, Thiago, Hélia, Lúci, Márcias, Pedro, Elsa, Isabel, Gabão, André, Tuzim.

Aos amigos sempre presentes: Hugo (com quem já comentei tantas novelas), Hud, TT, Cassinha, Luana, Luiz, Bim, Érica, Bia, Téo, Wellington, Sirlene, Luan, Simone Ribeiro, Jozi, Su, Chelinha, Simone Guedes, Juliana, Sandy, Sílvia, Ana, Jucimar. Aos familiares que sempre me acompanharam e sempre me acompanharão: Pai, Rogers, Chris, Shi, Thais, Camila, Vó, Vô, Raquel, Selma, Tia Ana, Érica, Tia Nivinha, Tio Zé, Véio, Guim, Renato, Sol, Dona Custódia, Seu Divino, Rico, Mai, Sandra, Titia, Leona, Taka. À Verônica, minha amada irmã e amiga, com quem tantas vezes vi Ti-ti-ti ao lado de nossa mãe – melhor companheira para assistir novelas que existe. Em vários momentos, eu vi à Vê e a mim conversando, ao assistir um diálogo entre Julinho e Marcela.

Aos que me ajudam ou me inspiram de longe, as minhas referências: Oliveira, Giddens, Berger, Luckmann, Castoriadis, Goffman, Kellner, Almeida, Hamburger, Pallottini, Peirce, Dewey, Mead, Butler, Honneth, Bourdieu, Bateson, Bakhtin, Durkheim, Einstein, Madonna, Beyoncé, Rihanna, Katy Perry, Lady Gaga, Xuxa, Pitty, Renato Russo, Ivete Sangalo, Edinéia Macedo, Stéfhany, Sílvio Santos, Glória Perez, Walcyr Carrasco, Aguinaldo Silva, João Emanuel Carneiro, Lauro César Muniz, Duca Rachid, Thelma Guedes, Manoel Carlos, Sílvio de Abreu, Gilberto Braga, Benedito Ruy Barbosa, Carlos Lombardi, Tiago Santiago, Inés Rodena, Sebastian Ortega, Ryan Murphy, Amy Sherman-Palladino, Guel Arraes, Spielberg, Alexandre Machado, Fernanda Young, Amora Mautner, Ary Olivera, J. K. Rowling, Chris Colfer, Marina Silva, Jean Wyllys, Cristovam Buarque, Lula, Dilma, Obama, Thiago Pereira, João Paulo II, Jesus Cristo. A Darren Criss e Jonathan Groff por serem meus ideais de masculinidade.

Obrigado à Disney, à Pixar, ao Cartoon Network, ao SBT, à TV Cultura, a Hollywood, à Elma Chips, ao Facebook, ao Youtube e à Nintendo (principalmente com Pokémon) por contribuírem tanto com quem sou hoje. À Globo por tantas novelas e realitys. À Maria Adelaide Amaral, ao Jorge Fernando, ao Alexandre Borges, ao Caio Castro, ao André Arteche e à Ísis Valverde, por Ti-ti-ti.

Obrigado à vida, que me fez homem, gay, católico, panteísta e noveleiro. Que me fez um misto de Julinho (nos valores) e Jacques Leclair (na performance). Que fez com que eu visse TV com minha amada mãe desde pequenino. Que me mostrou, através do Padre Jucimar, que o diálogo e a paz são possíveis. Que me fez estudar na UFMG e conhecer a Vê, a Mari, a Lu, a Dani, a B, a Thai, a Patrícia, a Rousiley, a Paulinha, a Vera...

Que venha Cleycianne!

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Darren Criss e Jonathan Groff: ideais de masculinidade

Eu acabo de finalizar uma pesquisa de dois anos sobre masculinidade contemporânea. Nos agradecimentos, Darren Criss e Jonathan Groff, que eu aponto como sendo os meus ideias de masculinidade. Os dois atores de Glee, além de serem lindos, jovens, viris, talentosos e bem-sucedidos, me admiram por um motivo em especial.

Darren vive em Glee um homem homossexual (Blaine), e Jonathan um homem heterossexual (Jesse). Mas a sexualidade dos atores na vida real segue o padrão contrário. A forma como Darren lida tranquilamente com a maneira como sua imagem pública se confunde com a de Blaine e a forma como Jonathan sempre assumiu publicamente sua homossexualidade evidenciam tanto a tolerância (tomada no seu sentido positivo de aceitação e valorização da diferença) quanto a autenticidade, valores que eu preso muito. Além disso, o fato de eles convencerem em papéis cruzados reforça como gays e héteros podem ser considerados indistintamente homens.

Hoje dei uma de tiete adolescente e selecionei umas fotos deles na Internet. Fiquem com elas na sequência (pra quem não conhece,  esse que aparece primeiro é o Darren, e o outro, óbvio, o Jonathan).