domingo, 10 de abril de 2011

Poesias cretinamente minhas

Nunca gostei de fazer poesias, mas neste fds fui tomado por uma força incontrolável... Todas as poesias abaixo, neste post, foram compostas por mim, Vanrochris Vieira.


Viva!

Eu vivo.
Vivo.
Morto.
Vivo.
Morto vivo.


Suspiro
Ah, se eu fosse coitado!
Queria ser um pobre coitado!
Pobre eu já sou...
Só falta ser coitado.

Ah, seu eu fosse fodido!
Queria ser um viado fodido!
Falta achar um outro cervo...
Um para o qual eu sirva.


Quero
Quero um carro.
Quero uns amassos.
Quero uns amassos no carro.
Quero grana.
Quero romance.
Quero um romance que engrene.


O s que sobra e o S que falta
Homens
Oh, men!
Tessão
exo


Sinto Muito
 Pinto...
  Sinto
   Vindo!
    Minto...
     Muito.
      Coito...
       Doido!


Matemática
1 + 1 = 2
52 = 1
52 + 52 = 2
104 = 2

Afonso Pena, lá vou eu!

Obs: 52kg era o meu peso quando escrevi essa poesia. 104 é um ônibus que sobe a Avenida Afonso Pena.


Varão ungido

   – Deus, Eva e Adão no Paraíso.
  – Deus é viadão? Quem tá nu? Para isso o quê?
 – Deus é viado não! Para com isso!
– Desce a vara, então! Não para! Isso!


A mazela de cada um
Ser feio é feio.
Ser feio dói.
Ser pobre é pobre.
Ser pobre sucks.

Sendo feio, ninguém me sucks.
Sendo pobre, nowhere says me “hi”.


Aff
Afeto é o que me falta.


Infância em MG
(Mãe, chegando na casa da Tiana, encontra Érica na porta.)
Proncetaíno?
Na Vó! O Guim falô quela fez brevidade.
Uai, mais ela tava pra casa da Tchá Didi... Isso é mintira dele, né não?
Asveiz não... Óia o chero bão que tá vino de lá!
Uai, intão peraí queu vô lá tamém.
Cêis num pricisa i lá, não! Ela já invém trazê aqui procêis.
(Todos comemoram. Eu quieto, num canto, desenhando.)
Van, para quesse imbondo, ca sua vó já invém.
(Eu continuo a desenhar.)


Infância em MG [2]
Cheiro de joaninha de chuchu.
Boizinho de chuchu.
Brevidade.
Power Rangers.
Boquete no primo.


Infância em MG [3]
Mês?
Setembro!
Mês?
Março!
Mês?
Abril!

O que é que você quer da vida?
Uma casa!
Da Xuxa ou da Angélica?

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